O vinho rosé, também, denominado rosado ou clarete, poderá ser produzido de duas formas.
A partir de uma mistura de mostos ou vinhos, branco e tinto ou exclusivamente a partir de uvas tintas. Neste último caso, apenas ocorre um breve contato das películas com o mosto, de modo a que a sua tonalidade não seja tão intensa como nos tintos, devido à concentração de polifenóis totais existentes nas películas deste tipo de uvas, que oferecem pigmentação ao vinho.
O estilo não é criação recente, pois conta com uma história secular, tendo sido apreciado por reis e rainhas. É uma excelente opção para os dias mais quentes, devendo ser consumido a uma temperatura entre os 8 e os 12ºC. Além de ser uma recomendação garantida à mesa, posto que harmoniza de modo exemplar com uma considerável variedade de pratos, sobretudo da culinária japonesa, expressa uma leve sofisticação, que concilia delicadeza com estrutura, vivacidade, força e frescor.
O vinho rosé é uma expressão de charme, que enche os olhos com as suas nuances de cores vibrantes e vivazes, que oscilam desde uma tonalidade casca de cebola ao pink. Também aqui existe uma ampla gama de tonalidades que depende, sobretudo, do tempo de maceração, isto é, do contato entre o mosto e as películas, aquando do seu processo de vinificação. |