Home :: A empresa :: Dúvidas Frequentes :: Eventos :: Parceiros :: Fale Conosco
 
  Dúvidas Frequentes
 

A Prova
Na definição da qualidade dos vinhos, condicionam fatores como as castas, os métodos de vinificação utilizados e a origem do vinho.
Começa-se por observar o aspecto, a cor, a espuma, o aroma e o sabor; comparam-se os elementos observados e finaliza-se com a conclusão, subjectiva, claro, pois depende sempre de quem a efetua. Mas este processo é muito complexo. É um verdadeiro ritual que exige experiência para cumprir todos os procedimentos e profundos conhecimentos do vocabulário específico associado.
Topo


Como fazer
Derramar lentamente o vinho no copo até cerca de um terço da sua capacidade; analisar a limpidez.
Colocar o copo ao nível dos olhos, para poder observá-lo; colocá-lo também ao nível da cintura, Observando de cima para baixo (deverá segurar-se o copo pelo pé).
Tomar apontamentos sobre a limpidez e o brilho.
Analisar a existência ou não de desprendimento gasoso.
Procurar definir com exactidão a cor, as suas nuances e a intensidade.
Inclinar o copo, para que o vinho suba nas paredes do mesmo; cheirar, inspirando profundamente.
Anotar cheiros anormais.
Voltar a fazer os dois passos anteriores.
Procurar os perfumes, o aroma e o bouquet.
Umedecer toda a boca com um pequeno golo de vinho; repetir e ficar concentrado;
Procurar o sabor dominante e o sabor final.
Topo


A Abertura
Esta questão é algo controversa, existindo quem defenda que os vinhos tintos devem ser abertos uma hora antes do consumo para que respirem e libertem todas as suas qualidades. Outros acreditam que o momento da abertura é completamente indiferente.
A necessidade de abertura antecipada deve ser avaliada caso a caso embora seja prudente fazê-lo em vinhos sujeitos a prolongados períodos de estágio em garrafa.
Para além disto, se forem detectados aromas de redução ou a presença de depósito pode ser desejável a execução de uma decantação adequada.
Topo


Legislação Vitivinícola Portuguesa
Após a adesão de Portugal à União Européia, em 1986, a indústria portuguesa de vinhos teve que se reestruturar dramaticamente. O Douro, Região delimitada em 1756, e as demais outras trinta e nove das cinquenta e cinco Regiões Vitivinícolas de Portugal são hoje consideradas como Denominações de Origem Controlada (DOC). A legislação DOC de Portugal é semelhante às leis de Appéllation d’Origine Contrôlée da França.
Os vinhos DOC deverão, então, atender a exigências rigorosas, estabelecidas pelo Instituto da Vinha e do Vinho, bem como por numerosas comissões locais. As exigências em relação às Regiões Vinícolas estipulam o total de hectares que podem ser plantados, a variedade de uva, o rendimento máximo, o método de vinificação, o período mínimo de envelhecimento dos vinhos, assim como as informações que deverão constar no rótulo. De fato, a maioria dos Vinhos Portugueses são denominados segundo a área geográfica de onde provêm – Douro, Dão, Bairrada, Alentejo, etc. No entanto, alguns vinhos também são rotulados de acordo com a casta, devendo respeitar o percentual mínimo, de 85 %, isto é, quando a variedade de uva é mencionada no rótulo, pelo menos 85 % das uvas desse mesmo vinho deverão ser dessa variedade.
Topo


Denominação de Origem
Conceito aplicável à designação de determinados vinhos cuja originalidade e individualidade estão ligados de forma indissociável a uma determinada região, sendo:
  • Vinhos originários e produzidos nessa determinada região;
  • Vinhos cuja qualidade ou características se devem essencial ou exclusivamente ao meio geográfico, incluindo os fatores naturais e humanos.

Para beneficiar de uma Denominação de Origem, todo o processo de produção do vinho é sujeito a um controlo rigoroso em todas as suas fases, desde a vinha até ao consumidor. As castas utilizadas, os métodos de vinificação e as características organolépticas são apenas alguns dos elementos cujo controle permite a atribuição desse direito, cabendo às Comissões Vitivinícolas Regionais proceder a esse controle, de forma a garantir a genuinidade e qualidade dentro das suas regiões demarcadas (Lei n.° 8/85, de 4 de Junho).
Topo


VQPRD - Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada
Nomenclatura comunitária adotada em Portugal, após a adesão à União Européia, em 1986.
É aplicável a vinhos de alta qualidade, provenientes de castas e regiões determinadas, com produção limitada e anualmente fixada pelas Entidades que a regulamentam. Para utilizarem esta classificação, existem normas definidas quanto às características, relativamente à cor, sabor e aroma.
Por vezes substituída pela conhecida referência RD – Região Demarcada, esta designação engloba todos os vinhos classificados como DOC (Denominação de Origem Controlada) e IPR (Indicação de Proveniência Regulamentada).
Topo


DOC - Denominação de Origem Controlada
Designação atribuída a vinhos cuja produção está tradicional­mente ligada a uma região geograficamente delimitada e sujeita a um conjunto de regras consignadas em legislação própria (características dos solos, castas recomendadas e autorizadas, práticas de vinificação, teor alcoólico, tempo de estágio, etc.).
Na prática, obtiveram este estatuto as mais antigas regiões produtoras deste tipo de vinhos.
Topo


IPR - Indicação de Proveniência Regulamentada
Designação utilizada para vinhos que, embora gozando de características particulares, terão de cumprir, num período mínimo de 5 anos, todas as regras estabelecidas para a produção de vinhos de grande qualidade para poderem, então, passar à classificação de DOC.
Existe, também, nomenclatura aplicável aos vinhos licorosos, espumantes e frisantes:

VLQPRD - Vinho Licoroso de Qualidade Produzido em Região Determinada;
VEQPRD - Vinho Espumante de Qualidade Produzido em Região Determinada;
VFQPRD - Vinho Frisante de Qualidade Produzido em Região Determinada.
Topo


Vinhos Regionais
Classificação dada a vinhos de mesa com Indicação Geográfica. Trata-se, também, de vinhos produzidos numa região específica de produção e elaborados com no mínimo 85 % de uvas provenientes da mesma região e de castas identificadas como recomendadas e autorizadas. São, também, sujeitos a um sistema de certificação (Decreto-Lei n.° 309/91, de 17 de Agosto).
Topo


Vinhos de Mesa
Todos os vinhos que não se enquadrem nas designações VQPRD e Vinhos Regionais são considerados vinhos de mesa.
Os Vinhos de Mesa não têm nenhuma demarcação geográfica, são vinhos de lote, isto é, vinhos que podem ser feitos com seleções de bons vinhos de Norte a Sul de Portugal. Porém, têm que obedecer a regras, nomeadamente no que respeita à qualidade, apresentação e capacidade da garrafa.
Topo


Qual a temperatura ideal de consumo de vinhos?
Brancos e Espumantes devem ser servidos frescos, embora não em excesso, de modo a não encobrir as suas qualidades. Assim, aconselha-se a servir os vinhos brancos entre os 8ºC e os 12ºC e os espumantes nunca abaixo dos 4ºC.
Os Vinhos Tintos deverão ser consumidos à temperatura ambiente, desde que esta se situe entre os 14ºC e os 18ºC.
Para os Vinhos Licorosos aconselham-se temperaturas entre os 16ºC e os 18ºC.
Topo


Há castas específicas para cada região vinícola?
Portugal está dividido em regiões vinícolas. Cada região é definida pelo seu clima, pelo tipo de solo, exposição solar e tipo de castas autorizadas e recomendadas para cada uma delas.
Topo


Como deve ser a conservação dos vinhos?
Parece exagero do apreciador de vinhos, mas tão importante quanto adotar critérios na hora da compra, é armazená-lo adequadamente depois dela.
Seguem algumas dicas para ajudá-lo na escolha do vinho antes mesmo de colocá-lo no “carrinho do supermercado”.
Evite as garrafas cujas rolhas estejam estufadas: são sinais de armazenamento inadequado geralmente devido à falta de cuidado em relação às grandes variações de temperatura a que são expostos.
Garrafas cujo vinho tenha vazado também devem ser desprezadas, pois a possibilidade de ele estar oxidado é grande.
Topo


Local de armazenamento
Ser arejado.
Relativamente úmido.
Sem grandes amplitudes térmicas anuais e diárias.
Sem qualquer tipo de trepidação, sob risco de se perderem os vinhos.
Ser silencioso e escuro (o excesso de luz provoca alterações na cor e no aroma dos vinhos).
Topo

 
Tópicos
 

 

 


A Prova

Como Fazer

A Abertura

Legislação Vitivinícola Portuguesa

Denominação de Origem

VQPRD - Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada

DOC - Denominação de Origem Controlada

IPR - Indicação de Proveniência Regulamentada

Vinhos Regionais

Vinhos de Mesa

Qual a temperatura ideal de Consumo?

Há castas específicas para cada região vinícola?

Como deve ser a conservação dos vinhos?

Local de armazenamento

 
  Home - A empresa - Lançamentos - Eventos - Parceiros - Dúvidas Frequentes - Fale Conosco

Rua Bergson, 362 A - Vila Leopoldina - São Paulo/SP - 05301.060 - Tel.: (11) 38339968
 
Copyright © 2009 Sabor Luzitano Vinhos e Alimentícios - Todos os direitos reservados